Com o tema “DANÇA–CORPO–MEMÓRIA: Ancestralidade que educa, cuida e reexiste”, o Vale Que Dança – X Festival de Danças Afro-brasileiras e Contemporâneas do Vale do Capão celebra uma década de atuação como espaço de difusão, formação e intercâmbio da dança na Bahia.
Entre os dias 10 e 13 de setembro de 2026, o festival realiza uma programação gratuita no Vale do Capão, distrito de Palmeiras (BA), reunindo artistas, grupos, pesquisadoras(es), educadoras(es), mestras(es) e público em torno de performances, Mostra Coreográfica, atividades de formação, oficinas, mesas de conversa e outras ações culturais.
Ao completar dez anos, o festival reafirma seu compromisso com a valorização das danças afro-brasileiras e contemporâneas, propondo um olhar para a dança como território de memória, transmissão de saberes, cuidado e resistência.
Inspirada pelo tema desta edição, a programação evidencia a ancestralidade como força viva que educa, fortalece vínculos comunitários e impulsiona processos de criação, reafirmando a arte como espaço de reexistência.
Para Toni Silva, idealizador do Vale Que Dança, o tema da edição sintetiza a trajetória construída pelo festival ao longo da última década.
“Ao celebrar os 10 anos do Vale Que Dança, afirmamos a dança como um território onde corpo e memória se encontram para preservar saberes, fortalecer identidades e construir futuros. ‘Ancestralidade que educa, cuida e reexiste’ traduz a potência dos encontros que o festival promove e o compromisso de manter vivas as nossas referências afro-brasileiras por meio da arte.”
Desde sua criação, o Vale Que Dança vem contribuindo para a descentralização da produção artística e para a democratização do acesso à cultura, consolidando-se como uma importante plataforma de circulação, formação e intercâmbio na Chapada Diamantina.
A edição comemorativa contará com a Mostra Coreográfica, composta por trabalhos selecionados por convocatória pública, além de aulas, oficinas e mesas de conversa conduzidas por artistas, pesquisadoras(es) e mestras(es) da dança.
A programação propõe experiências que articulam criação artística, pensamento crítico e práticas formativas, reconhecendo as matrizes afro-brasileiras como importantes referências para a produção contemporânea em dança.
Além das atividades artísticas e formativas, o festival reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura por meio da gratuidade de toda a programação e da adoção de recursos de acessibilidade.







